CONDIÇÕES ECONÓMICAS DA REVOLUÇÃO PORTUGUESA DE 1820

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CONDIÇÕES ECONÓMICAS DA REVOLUÇÃO PORTUGUESA DE 1820

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AZEVEDO, JULIÃO SOARES DE (1976) CONDIÇÕES ECONÓMICAS DA REVOLUÇÃO PORTUGUESA DE 1820. LISBOA: LISBOA: BÁSICA EDITORA. DE 18X11 CM. COM 230 PÁGS. B.
Publicado pela primeira vez em 1944 (tese de licenciatura) e reeditado em 1976, Condições Económicas da Revolução Portuguesa de 1820 analisa os fatores económicos que precederam a Revolução Liberal, sustentando que a crise do comércio, da indústria e das finanças públicas, agravada pela permanência da Corte no Brasil e pela perda da centralidade económica de Portugal, constituiu o principal fundamento do movimento de 1820. Julião Soares de Azevedo defende que a revolução foi essencialmente conduzida pela burguesia, entendida como um conjunto de proprietários, comerciantes, industriais e juristas, relativizando tanto o papel da maçonaria como o peso do ideário liberal enquanto causa imediata dos acontecimentos. A obra inscreve-se entre os primeiros estudos portugueses a privilegiar uma interpretação estrutural e económica da Revolução de 1820.
Nota: capa com desgaste e manchas de acidez.
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