PENHA, JOÃO (1905) NOVAS RIMAS. COIMBRA: FRANÇA AMADO – EDITOR. DE 18X12 CM. COM 345, [3] PÁGS. E.
Novas Rimas inscreve-se no quadro tardio da produção poética de João Penha de Oliveira Fortuna (Braga, 1838 – 1919), figura singular na transição estética entre o lirismo romântico e a assertiva procura de rigor formal que marcou o parnasianismo em Portugal no final do século XIX e princípios do XX.
«(…) Volume de poesias marcado pela atitude de distanciação irónica face aos motivos do lirismo romântico. À exceção das elegias contidas na parte intitulada "Coroa de perpétuas", os poemas, em tom irónico ou jocoso, pretendem desmistificar o sofrimento por amor (veja-se, por exemplo, "A partilha", "A doente", "Ao pôr do sol", "A uma jovem despeitada") e a caracterização usual da figura feminina ("A alma das mulheres", "As filhas de Eva"). Há também poesias de circunstância ("No leque de...", "No leque duma senhora", "Num bilhete postal ilustrado") e poesias satíricas ("O usurário", "A resposta").»
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