PRISÕES S DO ALTO MINHO- SEC. XVIII

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ESTEVES, ALEXANDRA (2018) GRADES QUE SILENCIAM: A PUNIÇÃO E A PROCURA DA REGENERAÇÃO OS ESPAÇOS CARCERÁRIOS DO ALTO MINHO NOS SÉCULOS XVIII E XIX. V. N. FAMALICÃO: HÚMUS. DE 23X16 CM. COM 318 PÁGS. ILUST. B.

A obra que surgiu de uma tese de doutoramento é inegável contributo para o estudo do universo das prisões nos séculos XVIII e XIX,

“Este livro divide-se em cinco capítulos e trata das cadeias do Alto Minho, considerando o horizonte temporal que abrange o século XVIII e o início do século XIX, sem, no entanto, deixar de ter em consideração, para servirem, nomeadamente, de termo de comparação, os estabelecimentos prisionais existentes noutras regiões de Portugal e os sistemas e modelos penitenciários adotados noutros países”.

“Esta obra serve para verem que homens, mulheres e crianças viveram autênticos infernos, por cometerem pequenos furtos e viviam em condições miseráveis”, revela a autora. Alexandra Esteves tomou como exemplo o caso de Ponte de Lima, onde muitos reclusos morreram afogados. “Ponte de Lima é um caso paradigmático. A antiga cadeia fica próxima do rio, que até aos anos 80 (do século XX), enchia frequentemente, e muitas vezes os reclusos ficaram submersos e alguns chegaram a perder a vida, porque estavam na enxovia, um espaço onde estavam os criminosos considerados perigosos”.

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