UN PROBLÈME D’ART. L’ÉCOLE PORTUGAISE

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UN PROBLÈME D’ART. L’ÉCOLE PORTUGAISE

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FREIRE, J. MOREIRA (1898) UN PROBLÈME D’ART. L’ÉCOLE PORTUGAISE. CRÉATRICE D ES GRANDES ÉCOLES. LISBOA: JOSÉ A. RODRIGUES. 2E ÉDITION. DE 21X15 CM. COM 190, [1] PÁGS.; [1] FLS. ILUST. E.

Trabalho muito estimado e pouco vulgar, sobre uma das mais interessantes polémicas da arte portuguesa ocorridas nos finais do século XIX, relacionada com a autoria do quadro Fons Vitae, propriedade da Misericórdia do Porto.

Moreira Freire, na primeira edição da obra, atribuiu a autoria do Fons Vitae a Van-Eyck, logo se tendo levantando diversas vozes contra tal argumento. Várias foram os críticos de arte que na impressa periódica contestaram os fundamentos de Moreira Freire, entre os quais o Dr. Duarte Leite, o Visconde de Sobral e o Dr. Maximiano de Aragão e ainda Emil Pacully, de Baumgarten (Alemanha).

Nesta segunda edição, muito aumentada, são apresentados, na primeira parte, todos os artigos e réplicas da contenda, numa segunda, são transcritas cerca de uma dezena opiniões de investigadores estrangeiros que se pronunciaram sobre a obra e sobre a contenda. Na terceira e última parte apresenta, o autor, um desenvolvido estudo comprativo sobre a pintura Fons Vitae da Misericórdia do Porto, relacionado o quadro do Porto com outros da mesma temática espalhados pela Europa e com a obra de Van-Eyck, em que defende a sua tese.

Moderna encadernação inteira em material sintético; por aparar e com as capas de brochura conservadas. Exemplar da biblioteca do artista João Paulo de Abreu e Lima, cujo belo ex-libris encontramos colado na folha de guarda. [capas com acidez; miolo amarelecido]

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