CASTILHO, JÚLIO DE (1889) MANUELINAS: CANCIONEIRO. LISBOA: IMP. NACIONAL. DE 20X13 CM. COM 226 PÁGS. E.
Manuelinas, cancioneiro poético do final do século XIX que recria literariamente o espírito do reinado de D. Manuel I, evocando a epopeia dos Descobrimentos e a identidade nacional portuguesa. A obra insere-se no romantismo histórico oitocentista, idealizando o passado manuelino como símbolo de grandeza cultural e histórica de Portugal.
“(…) Júlio de Castilho tornou-se uma personalidade conhecida pela vasta e multifacetada obra produzida. Estreou-se aos 13 anos com Primeiros versos num almanaque de 1854, sem jamais deixar de cultivar o género poético, que usou noutros domínios literários, tendo a sua expressão maior em as Manuelinas, cancioneiro evocativo do século XVI, “onde perpassa a brisa salgada de quinhentos” (Matos de Sequeira, Elogio Histórico, p.373). No âmbito da prosa, foi biógrafo, dramaturgo, romancista, memoralista, tradutor, latinista e filólogo.” Carlos Margaça Veiga
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