12 DE FEVEREIRO DE 1909: PRIMEIRO CENTENÁRIO DA MORTE DO CÉLEBRE PINTOR MORGADO DE SETÚBAL JOSÉ ANTÓNIO BENEDICTO SOARES DA GAMA DE FARIA E BARROS. MILÃO: TYP. NACIONAL DE V. RAMPERTI, 1909. DE 23X16 CM. COM 43 PÁGS. B.
Opúsculo comemorativo do primeiro centenário da morte de José António Benedito Soares da Gama de Faria e Barros (1752-1809), conhecido por Morgado de Setúbal, pintor português autodidacta, natural de Mafra, que se distinguiu na pintura de retrato, de género e de naturezas-mortas, representando figuras populares, animais, frutos e cenas do quotidiano. A sua produção constitui um testemunho singular da pintura portuguesa de finais do século XVIII, encontrando-se representada em colecções públicas nacionais, nomeadamente no Museu Nacional de Arte Antiga.
Organizado por António Maria de Faria, descendente da família do pintor. O organizador é identificado por alguns estudos com António de Portugal de Faria (1868-1937), diplomata, escritor e investigador, com trabalhos dedicados à genealogia e à heráldica. A publicação reúne artigos, correspondência e documentação biográfica relativa ao Morgado de Setúbal, constituindo uma fonte de interesse para a história da pintura portuguesa e para o estudo da família Soares da Gama.
Contém no final uma árvore geneológica em 2 pgs. desd.
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