AS PRISÕES DA JUNQUEIRA, DURANTE O MINISTÉRIO DO MARQUÊS DE POMBAL, ESCRITAS ALI MESMO PELO MARQUÊS DE ALORNA, UMA DAS SUAS VÍTIMAS. PUBLICADA CONFORME O ORIGINAL, POR JOSÉ DE SOUSA AMADO, PRESBÍTERO SECULAR. LISBOA: TYPOGRAPFIA UNIVERSAL, 1882. DE 17X11 CM. COM 106 PÁGS. B.
As Prisões da Junqueira durante o Ministério do Marquês de Pombal constitui a edição impressa do testemunho memorialístico atribuído a D. João de Almeida Portugal, 2.º Marquês de Alorna (1726–1802), redigido durante o longo período de cativeiro a que foi sujeito na sequência do processo instaurado após o atentado contra D. José I. Publicada por José de Sousa Amado «conforme o original», a obra reproduz o texto conhecido em manuscrito sob o título Breve Relação do Forte da Junqueira e do que nele se tem passado. O relato descreve, em primeira pessoa, as condições de reclusão no Forte da Junqueira, identifica diversos presos e regista episódios observados pelo autor durante o encarceramento, constituindo um testemunho documental sobre a administração prisional e a repressão política pombalina.
A presente edição, saída da Typographia Universal em 1882, corresponde à segunda edição da obra, precedida pela impressão de 1857.
Nota. miolo com acidez própria da fraca qualidade do papel; cadernos por abrir.
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