MUSEU DE ARTE SACRA E ARQUEOLOGIA DO SEMINÁRIO MAIOR DO PORTO / [ELAB.] RAIMUNDO ANTÓNIO DE CASTRO MEIRELES MACHADO. PORTO: CÂMARA MUNICIPAL DO PORTO : MUSEU DE ARTE SACRA E ARQUEOLOGIA DO SEMINÁRIO MAIOR DO PORTO, D.L. 1998. DE 25X20 CM. COM 64 PÁGS. ILUST. E.
A nove de Março de 1958 foi inaugurado no Seminário Maior do Porto o denominado Museu de Arte Sacra e Arqueologia, fruto da iniciativa e do esforço de D. Domingos de Pinho Brandão, na altura Reitor do mesmo Seminário. D. António Ferreira Gomes, Bispo do Porto, ao abrir o Livro de Honra, escreveu: “Instituto Normal do Magistério eclesiástico na Diocese, compete ao Seminário ser um Centro de Cultura e palestra apuradora de conceitos, imagens e formas, bem como foco de irradicação doutrinal, cultural e social. O Museu situa-se no próprio núcleo destes interesses espirituais”. De forma tão concisa como elevada assim ficava explicitada a razão de ser do Museu inaugurado. Como acontece em outras instituições de ensino superior, o Museu esteve sempre aberto ao exterior, a pedido, tanto para simples visitas como para investigação. Ao longo dos anos, muitas peças têm sido solicitadas para Exposições. O Livro de Honra regista os nomes de altas personalidades, nacionais e estrangeiras.
Em meados de 1998, tornou-se possível abrir o Museu ao grande público, graças a um protocolo de cooperação entre o Seminário Maior e a Câmara Municipal do Porto. Após remodelação, o acesso faz-se agora, directamente, a partir do Largo do Colégio. Notar-se-á que o Museu se integra num complexo de edifícios como que formando a “acrópole” eclesiástica do Porto - o conjunto da Sé, do Paço Episcopal e dos Grilos. Este conjunto modela fortemente a paisagem do Centro Histórico que é hoje Património Mundial.
Com funcionamento regular, para além dos seus fins específicos, o Museu é um espaço aberto à comunidade em que se insere.
A presente publicação: mais não pretende que introduzir o visitante à leitura dos valores históricos e patrimoniais aqui patentes - bem como na contígua igreja de São Lourenço.
Edição de cuidada execução gráfica, impressa em bom papel e cuidadosamente ilustrada a cores com boas reproduções fotográficas.
Nota importante: acidez nas primeiras e últimas folhas, mais forte e intensa nas folhas de guarda.